ou melhor: clarah & the oneyedcats. ou clarah averbuck & the oneyedcats. enfim, a banda em que eu canto, certo?

<i>DO-MIN-GO</i>

DO-MIN-GO

DEPOIS:

PROJETO GLOSS.

TERÇA

TERÇA

pra quem ouviu algumas músicas a dois gravadas no quartinho aqui de casa (da nossa “demos no quartinho”, disponibilizada no myspace e no oi novo som) pode dar olá para f. tristessa, nosso homem do piano/rhodes & synths e para o j. anzol, nosso outro homem – da bateria.

então é assim:

eu canto

eu canto

reginaldo no baixo, violão e nimim

reginaldo no baixo, violão e nimim

pianão

f. tristessa no pianão

anzol na bateria

anzol na bateria

os shows serão belos. o do zozô será inteiramente nosso por uma hora. o do projeto gloss será apenas meia horinha. apareçam nos dois. e votem em nós. não vai estar lá? não importa. confie em mim, amigo. mande sms para… peraí. deixa eu ver exatamente o que tem que fazer.

“Vote na sua cantora favorita!
Basta enviar uma mensagem de texto com a palavra promo e o nome da banda escolhida para 939
A mais votada fará um show ao vivo nos estudios da Oi Novo Som.”

clarah & the oneyedcats, tá? a banda aquela em que eu canto.

faz uns dois anos que os agora conhecidos como sr. e sra. lincoln passaram por um certo hostel no rio de janeiro e que começou a rolar esse negócio todo de música e amor. quer dizer, eu estava lá, ele estava lá, eu mostrei minha antiga banda, uns jazz, ele escutou de olhos fechados jogado na cama e, quase amanhecendo, fomos cada um para seu respectivo quarto. eu deixei a porta destrancada. ele não conseguiu dormir pensando “vou bater lá. não, não vou. vou. não vou”. não foi. só muito tempo depois as coisas aconteceram. primeiro musicalmente, depois… bem, depois nós casamos – depois de muita, muita turbulência e dois anos que parecem dez. chega de turbulência. agora é paz, amor, música, amorzinho, comida e cama. pois bem, ficaremos no mesmo quarto que ficou esperando destrancado. mas desta vez a porta estará bem trancadinha.

um abracinho feliz de verdade,
c. – salto e protetor solar hum milhão.

Pense

era assim que eu me referia ao meu trabalho na fischeraméricadez, lá em porto alegre. aprendi muita coisa. a principal delas é que não queria ser publicitária. eu tinha dezenove anos e ainda estava tentando conciliar o dom de escrever com o dom de ganhar dinheiro. (não consegui até hoje.)

mas hoje eu estou aqui para fazer propaganda gratuita de sabão em pó. e amaciante. e desinfetante. e cosméticos. quase ninguém pensa nesta questão ao jogar um item em sua cestinha, mas quase todos os produtos existentes ou são extremamente poluentes e fazem xixicoco no meio-ambiente ou são testados em animais. ou ambos.

comecemos, pois, pelo sabão em pó.

<i>a embalagem não é exatamente essa. quase.</i>

a embalagem não é exatamente essa. quase.

este é o amazon h2o. enquanto os outros sabões demoram VINTE ANOS para se desaparecer da face da água, ele demora VINTE DIAS. até a minha filha de seis anos sabe que está acabando água do mundo e me dá bronca quando deixo alguma torneira aberta desnecessariamente. exatamente assim: “mamãe, você vai acabar com a água do mundo!”. e ela está bem certa. a linha da h2o tem também amaciante translúcido e desinfetante. não dá pra encontrar em qualquer supermercado furreca, mas dá pra encontrar.

curiosamente, nunca vi um anúncio desses produtos em lugar algum. bom, não vou sair criando slogans porque o pessoal não está me pagando, mas fica o toque pra quem não quiser viver no futuro de mad max e da tia turner com aquele cabelo horrível.

<i>oh lord</i>

oh lord

bom, aí tem os cosméticos. não vou me estender no assunto. tenho três nomes de peso para citar:

weleda, com cosméticos incríveis e medicamentos impecáveis;

<i>fan-tás-ti-cos</i>

fan-tás-ti-cos

para os cabelos mais frescurentos, como os meus, temos a paul mitchell;

fácil de encontrar em cabeleireiros e na internet

fácil de encontrar em cabeleireiros e na internet

aqui fala sobre os produtos cruelty-free.

e por último aquela que nos tenta e nos tortura:
(mas não aos animais!)

<i>SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM</I>

SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM

<i>até a barbie usa</i>

até a barbie usa

pra quem pode ou não quer ficar gastando com a MAC, tem também uns produtos ótimos d’O Boticário.

<i>trio iluminador</i>

trio iluminador


<i>delííííícia</i>

delííííícia

e aqui tem uma listinha bem útil.

<i>clique pra ver bem pertinho</i>

clique pra ver bem pertinho

(achei aqui. tobrigada!)

ou seja, com um pouco de cuidado e conhecimento fica todo mundo mais feliz. desculpe o hippismo, mas é verdade. tem mais companhias que testam e não testam em animais aqui.

porque isto é legal:

e isto… bom. isto devia vir nos rótulos dos produtos testados em animais pra ver se a galera toma tino.

:~(

:~(

e não, não vai deixar de acontecer só porque você não pensa no assunto.

Pense

duas coisas

27.out.2009

1.

<i>aprendendo com the priest - they called him</i>

aprendendo com the priest - they called him

2. depois me perguntam por que eu faço entrevista por email; bom, primeiro: eu penso melhor escrevendo. segundo: quase não dá para distorcer o que eu disse. quase.

olha só.

Criada na internet, Averbuck reclama: Livro não dá dinheiro
Thais Bilenky

A carreira da escritora Clarah Averbuck, 30 anos, gaúcha, radicada em São Paulo e recém-casada, começou na internet. No final dos anos 1990, ela e amigos se lançaram no fanzine eletrônico CardosOnline. Clarah, em três anos, propôs-se a um projeto solo e deu certo. O seu blog já passou por outros endereços virtuais: “Brazileira!Preta” e “Adiós Lounge”, de enorme sucesso que, geração 21, levou-na ao papel. (não adianta falar que eu já tinha publicados contos em uma coletânea em porto alegre, não adianta dizer que o máquina de pinball não foi “levado ao papel” por nada nem ninguém além da editora que o publicou: vão sempre dizer isso. vão lá. passem informações equivocadas. desculpe.)

Das Coisas Esquecidas Atrás da Estante (7 Letras, 2003) coleta posts do “Adiós Lounge” (não; o adiós lounge estava longe de ser criado em 2003. o livro tem posts do brazileira!preta. obrigada.). É seu segundo livro. O primeiro, Máquina de Pinball (Conrad, 2002), foi adaptado ao teatro e ao cinema. Geração multimídia. (oi, desculpe? eu não tive participação nas adaptações. agora quem é adaptado virou geração multimídia? interessante. obrigada pela informação.) Publicaria ainda Vida de Gato (Planeta, 2004) e Nossa Senhora da Pequena Morte (Editora do Bispo, 2008).

Por mais que diga ser “mais fácil parar de publicar na internet e publicar apenas livros impressos”, Clarah Averbuck parece bastante conectada. (desculpe, qual a relação de ser conectado com pubicar LIVROS? me processe se estou errada, mas NENHUMA. obrigada.)Em menos de meia hora, responde a dez perguntas enviadas – a seu pedido – por e-mail. A Terra Magazine, a escritora diz que mantém o blog “porque gosta de escrever sem prazo e sem pauta”. Mas em seu diário online, certa feita confessou: “estava até com constipação intestinal de não poder escrever”… (porque meu computador está cagado, como podem ler no post citado. obrigada. hoje isso acabará, pois meu belíssimo macbook chegará e estarei endividada até entregar meu livro para a editora. obrigada.)

Há poucos dias (um mês e cinco dias. obrigada.) se casou com Reginaldo Lincoln. Fotos e relatos estão no blog (clarahaverbuck.virgula.uol.com.br/). “Estou empenhada na minha banda/casamento e em terminar meu terceiro romance, Eu quero ser Eu (CosacNaify)”, conta. A banda conjugal é oneyedcats e tocará no Rio de Janeiro (Projeto Gloss) em novembro. Leia mais a seguir.

Terra Magazine – Você se lançou via internet, pelo CardosOnline, e paralelamente à “carreira impressa”, traçou um percurso na internet. Qual é a relação entre essas duas linguagens (se é que você considera que sejam mesmo duas) no seu trabalho?
Clarah AverbuckA linguagem que eu uso é a mesma, a única coisa perdida é o recurso do link, que não deixa de ser uma espécie de nota de rodapé.

O que o seu blog siginifca para você? Por que você o mantém?
Porque eu gosto de escrever sem prazo e sem pauta.

Comenta-se que você teria planos de não publicar mais livros no formato tradicional, impressos, via editora etc. E que você seguiria publicando apenas na internet. De alguma forma procede?
Nunca. É mais fácil eu parar de publicar na internet e publicar apenas livros impressos.

Como é a relação entre escritor e editora no Brasil? Você conta que passou dificuldades financeiras ao chegar a São Paulo. Há resistência aos escritores jovens, tanto das editoras quanto do público?
Livro não dá dinheiro. Escrever no Brasil é como cantar para surdos. Eu nunca tive dificuldade em arrumar editora, já tinha o contato da Conrad devido ao CardosOnline – acho que todo mundo lá assinava – e depois do primeiro, tudo fica mais fácil. Fácil de publicar, não de vender. O que sustenta são freelas, bienais, mesas redondas e projetos paralelos.

Você imagina um perfil do seu leitor?
Menor idéia. Espero que seja toda sorte de pessoa desprovida de preconceito.

O seu estilo é bastante familiar à linguagem da sua geração. Acha que isso pode te datar a longo prazo?
Acho que pode ser um retrato de uma geração. Isso não data.

Quem você gosta de ler, a qualquer momento? Quem você está lendo?
Carmen da Silva, uma escritora sensacional e esquecida que deveria ser republicada e entrar no currículo das escolas. John Fante, Bukowski e Leminski sempre me caem bem. Agora estou lendo o único romance do EE Cummings, The enormous room. E quandrinhos, sempre. Acabo de ler Maus, de Art Spiegelman. É genial.

Quem você desistiu de ler?
Metade do currículo escolar. Minto, mais da metade. Por isso os adolescentes acabam com a impressão de que ler é chato. Quem é que vai aprender a gostar de ler com A moreninha (de Joaquim Manoel de Macedo)?

Qual sua opinião sobre leis de incentivo à cultura, como a Rouanet? Acredita que são processos que democratizam o acesso à cultura ou, na prática, não alteram a realidade cultural do país?
Desculpe, eu sou uma anta em processos burocráticos. Mas acho importante qualquer incentivo à cultura, mesmo que os resultados sejam mínimos.

Em que você está empenhada ultimamente? (Vale responder: no casamento).
Rá. Não deixa de ser verdade, já que eu toco com meu marido. Acabamos de ser selecionados para tocar no Rio de Janeiro no projeto Gloss, da Oi Novo Som. Estou empenhada na minha banda/casamento e em terminar meu terceiro romance, Eu quero ser eu, contemplado pelo prêmio Petrobras Cultural e a ser publicado pela Cosac Naify. A banda você pode escutar aqui:
http://www.oinovosom.com.br/oneyedcats
http://www.myspace.com/oneyedcats

Aqui tem o resultado do Projeto Gloss. Repare como meu nome está escrito corretamente (está escrito “clara avenbuck”). Rarara. (arrumaram. desculpe.) Mas estamos felicíssimos com a seleção.

http://mundooi2.oi.com.br/
materia_musica_3/91651_Saiu_o_resultado_do_Projeto_Gloss.html

QUER DIZER,

Pense

Prominho do GLOSS

27.out.2009

yeah. escutem mais (e inteiras!) no oi novo som.

Pense

ah, se eu soubesse. por todos os deuses e homens, se eu soubesse, jamais teria ameaçado blasfemar. parece que me ouviram. se eu soubesse que o senhor sol faria tamanho dano a esta que vos fala, jamais teria clamado por ele. saímos de casa e lá estava o sol e eu disse olá, senhor sol, que prazer encontrá-lo, por favor fique até o fim do dia. mesmo estando de calças grossas e as minhas botas outrora encharcadas mas que minha secadora deu um belo de um jeito. já no ônibus de ida comecei a suar e passar calor. sabe, eu sou a única pessoa conhecida por ter chorado de calor em porto alegre durante um certo verão de 19ealguma coisa. não gosto de muito calor mesmo. especialmente em um dia que minha sinusite acordou tão radiante quanto meu marido. ele queria tanto que eu fosse, ele ficou tão feliz na noite anterior quando falei que iria mesmo se chovesse e mais ainda quando viu a bela manhã de sol. ora, nada poderia ser tão ruim com ele perto. até comprei uma bermuda de cotton bagaceiríssima no caminho e tirei meu jeans só pra poder não reclamar muito ao lado dele. l’amour, mon ami.

<i>mais um casal feliz nas arquibancadas</i>

apenas mais um casal feliz nas arquibancadas

e o sol lá, ó:

<i>ó</i>

ó

mas ah, se eu soubesse que horas de sofrimento depois eu acabaria na cama, de onde talvez nunca devesse ter saído por causa da minha sinusite – aquela que acordou radiante e foi piorando ao longo das horas que eu, meu marido, a família dele, meu protetor solar 40, minhas homeopatias, minha solução manipulada de luffa, meu do-in,

<i>meu do-in</i>

meu do-in

meu ipod tocando ruth brown

<i>apertando o ipod</i>

why me? why me? why meee?

e mais toda aquela gente desprotegida ficamos debaixo de um sol escaldante. é claro que a chuva e o frio que esta pobre moça passou no dia anterior ajudaram para que a sinusite dominasse, mas isso é passado. o fato é que eu nunca vi tanto sol em toda a minha vida.

<i>reluzindo</i>

reluzindo

sabe, não sou uma pessoa de multidões, tampouco de esportes, menos ainda de ídolos nacionais. morro de dó deles que carregam toda a frustração alheia com a própria vida acumulada em suas costas em uma situação assim – porque neguinho chegou lá já achando que o pobre rubinho ia ganhar. quer dizer, até eu sei que o rubinho é zicado, ele não é ruim, só fizeram uma macumba que nunca mais saiu. e mesmo assim todo aquele povo lá no vai rubinho. eu ia achar legal se ele ganhasse para provar que se pode vencer uma macumba, não pela prova automobilística. mas aparentemente ele é tão zicado que a zica passou também para mim. a sinusite piorava, ele perdia posições, eu não entendia nada porque estes binóculos

<i>vintão</i>

vintão

estavam na mão do meu marido, que queria muito mais ver a corrida. ele sempre foi louco por F1. ele me mostrou a coleção de carrinhos lá na casa dele de quando ele era criança. a última coisa que eu queria era atrapalhar o dia dele, que estava tão vibrante quanto o amigo sol.

<i>o amor é cego mas bom mesmo é ser surdo</i>

o amor é cego mas bom mesmo é ser surdo

mas chegou uma hora em que eu, meu protetor solar 40, minhas homeopatias, minha solução manipulada de luffa e meu do-in

<i>meu do-in</i>

meu do-in

não estavam mais fazendo efeito algum. eu precisava procurar o posto médico antes que morresse de sinusite e insolação, além de dor na ponta dos dedos. sério, eu estava quase desmaiando. e eu não ia desmaiar, não é mesmo? tenha dó. aí já sabe. pressão 10/6 – ela anda gostando desses números. não tem soro fisiológico pra lavar a sinusite? vai água de seringa. me mandaram fazer a limpeza numa pia ali. quase me afoguei num frasquinho do tamanho de um flaconete de eparema enquanto os carros zuniam como furadeiras ensandecidas. eu não fazia idéia do que estava acontecendo. estava atordoada, afogada e com mais dor de sinusite ainda. voltei a nossa arquibancada g, onde o clima era fúnebre. rubinho estava em terceiro. coitado do rubinho. fiquei com vontade de dar um abracinho nele; tudo que eu ouvia era piadinha e muxoxo. poxa vida, gente. sejam compreensivos, a macumba não saiu. mas a galera saiu. e antes da corrida terminar.

<i>coitado do rubinho, gente</i>

coitado do rubinho, gente

silêncio mortal no ônibus da volta. nessa hora eu até secretamente agradeci (desculpe, rubinho) pela derrota do brasil. se alguém gritasse eu entraria em choque anafilático por overdose de cultura de povão. cheguei em casa, tomei banho e desfaleci sobre a cama. acordei agora, ainda com água no nariz. there there.

é, eu definitivamente ainda prefiro os cavalos. mesmo que não tenha dinheiro para apostar neles.

Pense

sete da manhã tocou o despertador. pra mim ainda são quinze para as sete. diz o relógio do meu computador: 9:32AM. o pessoal deve estar ansioso. claro. está quase na hora da corrida: 2PM. ok, vamos lá. aventura.

se chover hoje vou ser obrigada a blasfemar. como se já não blasfemasse o suficiente.

abracinho sono,
c.

<i>de madrugada ainda não tem cor</i>

de madrugada ainda não tem cor

Pense

INTERALAGADA

17.out.2009

então meu marido me convenceu a ir na fórmula 1. e no treino. sim, eu estava lá debaixo daquela chuva torrencial com um boné da ferrari na minha cabeça ruiva, uma capa de plástico des-lum-bran-te e uma cara de você pode imaginar o quê. passei algum tempo catando o lixo que o pessoal civilizado atirava despudoradamente no chão para que os bueiros não entupissem e são paulo não virasse uma veneza terceiro-mundista e fedida.

quer dizer, custa jogar o lixo no... lixo?

quer dizer, custa jogar o lixo no... lixo?

bom. eu, meu marido, o pai dele, a namorada do pai dele e três primos nos dirigimos às arquibancadas. ia começar o treino. yay. a chuva não queria nem saber. ela não quer saber de nada no dia de hoje. só chover e chover.

<i>tempo ideal</i>

tempo ideal

lá estava eu na arquibancada, a bunda molhada, os pés ensopados e nada do treino começar. aí começou. eu via carros passando zunindo nas poças, bandeiras coloridas, pessoas gritando. mas não entendi bosta, francamente. não dava pra enxergar nada com a chuva, eu não sabia quem era quem, enfim, eu talvez devesse ter me informado melhor antes. o treino foi interrompido. aí voltou. aí foi interrrompido de novo e nós fomos embora porque o primo de sete anos estava ensopado da cabeça aos pés. eu e meu instinto materno tiramos a jaqueta e ficamos apenas com uma regata sobreposta pela nova e igualmente des-lum-bran-te capa de chuva plástica – porque a outra rasgou.

<i>puro contentamento</i>

puro contentamento

fomos embora de ônibus. minhas botas estão na secadora. fui tomar um banho pra não morrer de pneumonia e quando saí rubinho tinha feito a pole. parabéns, rubinho. amanhã vou de botas próprias para chuva e casaco de neve. vou ver se arranjo uns binóculos também.

por que eu faço essas coisas e fico aqui reclamando? porque nunca tinha feito antes. ora. como é que eu vou saber que é legal se nunca experimentei?

por enquanto ainda prefiro os cavalos. vejamos como será o dia de amanhã.

Pense

uhh! fomos selecionados no projeto gloss da oi, que apresenta novas bandas de/com garotas.

gloss

o resultado saiu hoje. tá lá no site. eu sou a clara avenbuck. rarara.

Os shows das meninas vão acontecer nos dias 3, 10, 17 e 24 de novembro no CINEMATHEQUE JAM CLUB. Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo – Rio de Janeiro. Ao final do Projeto Gloss – e até o dia seguinte – todos aqueles que prestigiarem o evento poderão votar na apresentação que mais gostarem. A mais votada será convidada a comparecer aos Estúdios da Oi pra gravar um especial pro Oi Novo Som!

então: quem for do rio, compareça. assim que eu souber o dia em que tocaremos, aviso. e quem não for do rio vota igual pra gente gravar um especial!

prometo não parar de escrever, chicos. rarara.

um beijo serelepe,
c.

Pense

(é que eu tava esperando o flyer… enfim)

não conheço o moço de barba

não conheço o moço de barba

pois então. vai ser around midnight, lá pelas onzemeia, no zé presidente, que fica na cardeal arcoverde, 1545. ou
aqui

nosso show será o de abertura, só voz e violão, sweet and rough. apareçam.

o myspace dos headiners que nos convidaram de última hora pra tocar, o sonso: http://www.myspace.com/osonso

e não custa repetir à loucura onde estão nossas músicas:
http://www.myspace.com/oneyedcats

http://www.oinovosom.com.br/oneyedcats.

vou ensaiar. apareçam que eu garanto: vai ser TRIMMMMASSA.

Pense

oneyedcats!

11.out.2009

light

mais do mesmo?
nada.
nunca é demais.
ouça oneyedcats na oi novo som.

e dia 15 tem show. mais informações em breve.

beijinho,

Pense